A tensão na Argentina atinge um novo patamar com a convocação de uma greve geral pela principal central sindical do país, agendada para coincidir com o debate crucial na Câmara dos Deputados sobre a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. Aprovado anteriormente pelo Senado, o projeto de lei tem gerado intensa controvérsia e mobilização por parte dos trabalhadores.As medidas propostas na reforma, que incluem a redução de indenizações por demissões, a permissão de
A tensão na Argentina atinge um novo patamar com a convocação de uma greve geral pela principal central sindical do país, agendada para coincidir com o debate crucial na Câmara dos Deputados sobre a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. Aprovado anteriormente pelo Senado, o projeto de lei tem gerado intensa controvérsia e mobilização por parte dos trabalhadores.
As medidas propostas na reforma, que incluem a redução de indenizações por demissões, a permissão de pagamentos em espécie, a extensão da jornada de trabalho para até 12 horas e a limitação do direito de greve, têm sido vistas como um ataque aos direitos trabalhistas e um retrocesso social.
A Confederação dos Trabalhadores do Transporte já anunciou que aderirá à greve, prometendo uma paralisação completa dos serviços terrestres, aéreos e fluviais em todo o país. Essa ação tem o potencial de causar um impacto significativo na economia e no dia a dia dos cidadãos argentinos.
O debate na Câmara dos Deputados está previsto para ocorrer ainda esta semana ou na próxima, e o resultado da votação será decisivo para o futuro das relações de trabalho na Argentina. A greve geral representa um desafio direto ao governo de Milei e um importante teste para sua capacidade de implementar suas políticas de ajuste econômico e reforma do Estado.
Acompanharemos de perto os desdobramentos dessa situação e traremos mais informações assim que estiverem disponíveis.
