Em meio a turbulências políticas e judiciais, o cenário nacional ganha novos contornos com o anúncio do lançamento de um filme produzido por Flávio Bolsonaro, que promete ser uma crítica contundente à atuação do ministro Alexandre de Moraes nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado. A produção, com cerca de 50 minutos, deve reacender debates acalorados sobre os limites da atuação do judiciário e a liberdade de expressão.
Ataque e defesa no mundo jurídico
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Em meio a turbulências políticas e judiciais, o cenário nacional ganha novos contornos com o anúncio do lançamento de um filme produzido por Flávio Bolsonaro, que promete ser uma crítica contundente à atuação do ministro Alexandre de Moraes nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado. A produção, com cerca de 50 minutos, deve reacender debates acalorados sobre os limites da atuação do judiciário e a liberdade de expressão.
Ataque e defesa no mundo jurídico
O filme de Flávio Bolsonaro surge como uma resposta direta às ações de Moraes, que tem sido figura central em investigações e julgamentos de grande repercussão. Enquanto isso, em outra frente, o próprio Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre itens como uma Smart TV, um pastor e livros destinados a Bolsonaro, demonstrando que a batalha judicial e política está longe de arrefecer.
Drama pessoal e judicial de Rebeca
Em Roraima, a procuradora Rebeca passa por um momento delicado. Afastada temporariamente de suas funções, ela alega que o bloqueio de suas contas e as incertezas jurídicas geraram um ambiente de “tortura psicológica” para sua família.
“Estamos falando de verba alimentar. Verba que garante a subsistência não apenas minha, mas das minhas filhas” – declarou Rebeca, em sua defesa.
A situação se agrava com a suspensão de seu salário e o não pagamento do 13° salário, impactando diretamente a segurança alimentar de suas duas filhas, de 14 e 7 anos. Emocionada, Rebeca desabafou sobre o impacto da situação, que vai além da questão administrativa:
“O que está em jogo aqui não é apenas um cargo, é a proteção da dignidade humana, da saúde mental e do direito básico” – concluiu.
A procuradora tenta reverter o bloqueio das contas no STF, em mandado de segurança distribuído ao ministro André Mendonça, alegando não ter sido notificada previamente da decisão. Paralelamente, o governo de Roraima confirmou o recebimento do atestado médico de Rebeca, que estava de férias desde novembro.
Com processos digitais e a possibilidade de teletrabalho, Rebeca espera retornar em breve às suas atividades, assim que receber alta médica. O caso, que envolve alegações de perseguição e a defesa da dignidade humana, promete novos desdobramentos nos próximos dias.
