Na última segunda-feira, 2 de março de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que pode mudar a forma como compramos medicamentos. Imagine poder adquirir seus remédios enquanto faz as compras do mês! Essa é a proposta que agora segue para sanção presidencial, após ser aprovada de forma simbólica pelos deputados.O Projeto de Lei 2.158/2023, idealizado pelo senador Efraim Filho (União-PB), visa permitir que supermercados e estabelecimentos similares instalem farmácias…
Na última segunda-feira, 2 de março de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que pode mudar a forma como compramos medicamentos. Imagine poder adquirir seus remédios enquanto faz as compras do mês! Essa é a proposta que agora segue para sanção presidencial, após ser aprovada de forma simbólica pelos deputados.
O Projeto de Lei 2.158/2023, idealizado pelo senador Efraim Filho (União-PB), visa permitir que supermercados e estabelecimentos similares instalem farmácias ou drogarias em suas áreas de vendas. A grande sacada? A presença constante de um farmacêutico, garantindo a segurança e a orientação necessárias.
Segundo o deputado Zacharias Calil (União-GO), relator do projeto, a ideia não é uma liberação geral, mas sim uma organização regulada. Isso significa que haverá um espaço físico específico, a presença obrigatória de um farmacêutico e o cumprimento rigoroso das normas de controle, armazenamento e dispensação de medicamentos. Afinal, a saúde da população é prioridade!

Como vai funcionar na prática?
A lei que rege o controle sanitário do comércio de drogas e medicamentos será alterada para permitir essa nova modalidade. As farmácias e drogarias deverão operar em um ambiente separado e exclusivo dentro dos supermercados, seja diretamente sob a mesma empresa ou por meio de contrato com uma farmácia licenciada.
E as regras não param por aí! As exigências sanitárias e técnicas serão as mesmas para todos, incluindo o tamanho do espaço, a estrutura de consultórios farmacêuticos, o controle de temperatura e umidade, e a rastreabilidade dos medicamentos. Nada de remédios expostos em qualquer lugar: a oferta deverá ser restrita ao espaço da farmácia ou drogaria.
Assim como as farmácias tradicionais, as unidades em supermercados estarão sujeitas às leis que regem as atividades farmacêuticas e a vigilância sanitária de medicamentos. Uma medida que, sem dúvida, busca equilibrar a conveniência com a segurança e a qualidade dos serviços prestados à população.
Aprovada na Câmara, a expectativa é que a medida facilite o acesso a medicamentos, sem abrir mão da segurança. Resta agora aguardar a sanção presidencial para que a novidade se torne realidade nos supermercados de todo o país.
