Em uma jogada que promete agitar o cenário político brasileiro, Eduardo Bolsonaro aposta todas as fichas em seu irmão, Flávio Bolsonaro, para as eleições presidenciais de 2026. A estratégia, segundo Eduardo, é clara: expor as fragilidades da administração Lula, com foco especial na economia e na segurança pública, áreas onde Flávio se destaca.Com a confiança de quem conhece o terreno, Eduardo aposta no cansaço do eleitorado em relação ao governo atual.”Todo mundo está farto…
Em uma jogada que promete agitar o cenário político brasileiro, Eduardo Bolsonaro aposta todas as fichas em seu irmão, Flávio Bolsonaro, para as eleições presidenciais de 2026. A estratégia, segundo Eduardo, é clara: expor as fragilidades da administração Lula, com foco especial na economia e na segurança pública, áreas onde Flávio se destaca.
Com a confiança de quem conhece o terreno, Eduardo aposta no cansaço do eleitorado em relação ao governo atual.
“Todo mundo está farto de Lula apoiando o Hamas, aumentando a criminalidade e não fazendo um bom trabalho na área econômica. Então, com certeza, o foco de Flávio será economia e segurança para derrotar Lula” – afirmou Eduardo.
O ex-deputado acredita que a insatisfação popular será o motor propulsor da candidatura de Flávio.
União da direita contra Lula
Apesar de um campo já concorrido com nomes como Romeu Zema (Novo-MG), Ratinho Junior (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Eduardo não teme uma divisão de votos que favoreça Lula já no primeiro turno. Sua visão é de que, em um eventual segundo turno, a direita se unirá em torno de um único objetivo: impedir a reeleição de Lula.
“Não importa quem vá para o segundo turno; contra Lula, todos estarão juntos. Porque todos sabemos que o pior que pode acontecer ao país é a reeleição de Lula da Silva” – avalia Eduardo.
O ex-deputado federal reforçou a importância de ter vários candidatos à direita, pois todos irão fiscalizar e criticar Lula.
“Até mesmo Flávio está dizendo publicamente que seria algo positivo apoiar cada vez mais candidatos da direita contra Lula” – afirmou.
Nos bastidores, a motivação de Eduardo vai além da simples disputa política. A eleição de Flávio é vista como a chave para libertar o pai, Jair Bolsonaro, da prisão, através de um possível indulto. E a ambição não para por aí: o próprio Eduardo almeja se ver livre de acusações que, segundo ele, são resultado de sua interlocução com autoridades norte-americanas.
“Agora, eu só tenho um papel: eleger Flávio Bolsonaro, e ele concederá o indulto a Jair. Não só a Jair, mas também a mim” – concluiu.
Nordeste: um novo horizonte?
Ainda segundo Eduardo, o Nordeste, tradicional reduto eleitoral de Lula, estaria pronto para uma mudança. Ele aposta na disseminação da verdade e na percepção de que o assistencialismo é a principal ferramenta de Lula para angariar votos na região.
Para além das questões domésticas, Eduardo vislumbra uma renovada relação geopolítica entre Brasil e EUA, com um alinhamento total às ações americanas contra regimes comunistas, sinalizando uma possível mudança de rumo na política externa brasileira.
