A situação na Amazônia é alarmante e exige atenção imediata. Nos últimos dois anos, a atuação de facções criminosas na região teve um crescimento assustador de 50%, saltando de 178 para 344 municípios. Os dados foram apresentados pelo deputado federal Capitão Alberto Neto, que expressou profunda preocupação com a fragilidade da atuação federal diante desse problema crítico.O governo reconhece que não sabe por que o crime avançou tanto. Isso é inadmissível, afirmou o…
A situação na Amazônia é alarmante e exige atenção imediata. Nos últimos dois anos, a atuação de facções criminosas na região teve um crescimento assustador de 50%, saltando de 178 para 344 municípios. Os dados foram apresentados pelo deputado federal Capitão Alberto Neto, que expressou profunda preocupação com a fragilidade da atuação federal diante desse problema crítico.
O governo reconhece que não sabe por que o crime avançou tanto. Isso é inadmissível, afirmou o deputado Alberto Neto, em tom de crítica à falta de clareza e estratégia para conter a expansão das organizações criminosas.
Embora o Ministério da Justiça mencione investimentos e operações de segurança, o parlamentar questiona a falta de resultados concretos na contenção do crime organizado. Para ele, o cenário reflete uma clara expansão territorial das facções diante da ausência do Estado.

Impacto na Soberania Nacional
O deputado também alertou para os impactos sobre a soberania nacional, especialmente em áreas de fronteira, e para o aumento da insegurança na região Norte. Quando o Estado recua, o crime ocupa. Hoje vemos facções controlando territórios e rotas e impondo medo à população, denunciou.
Diante desse cenário preocupante, Capitão Alberto Neto garantiu que continuará cobrando medidas efetivas do governo federal. A Amazônia não pode ser território sem comando, concluiu o deputado, demonstrando sua determinação em defender a região e a população local.
A situação na região Norte, com o avanço do crime organizado, escancara a necessidade urgente de uma ação coordenada e eficaz do governo federal para proteger a Amazônia e garantir a segurança de seus habitantes. A inércia do governo Lula tem permitido que facções criminosas se fortaleçam, colocando em risco a soberania nacional e o futuro da região.
