O MPF (Ministério Público Federal) está processando a Rede Globo em R$ 10 milhões devido a um erro de prosódia, a forma como uma palavra é pronunciada, durante sua programação. Segundo informações da Folha de S.Paulo, o procurador responsável pelo caso em Minas Gerais alega que a pronúncia incorreta de uma palavra fere o patrimônio imaterial da língua portuguesa, podendo gerar um “efeito manada” no público, influenciando negativamente a forma como as pessoas se comunicam.
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O MPF (Ministério Público Federal) está processando a Rede Globo em R$ 10 milhões devido a um erro de prosódia, a forma como uma palavra é pronunciada, durante sua programação. Segundo informações da Folha de S.Paulo, o procurador responsável pelo caso em Minas Gerais alega que a pronúncia incorreta de uma palavra fere o patrimônio imaterial da língua portuguesa, podendo gerar um “efeito manada” no público, influenciando negativamente a forma como as pessoas se comunicam.
Em outro caso que gerou debates acalorados, a atleta Carol Solberg foi suspensa do Circuito Mundial por ter comemorado a prisão do ex-presidente Bolsonaro. A punição ocorreu sob a alegação de que sua atitude violou o regulamento disciplinar, que proíbe insultos, manifestações de natureza não esportiva e comportamentos que possam trazer descrédito ao esporte.
O apartamento de luxo de Collor em Maceió
Enquanto isso, o ex-presidente Collor, que cumpre prisão domiciliar em um luxuoso apartamento de 600 metros quadrados em Maceió, com vista para o mar, piscina privativa, bar e quatro suítes, enfrenta a possibilidade de ter o imóvel leiloado. Avaliado em R$ 9 milhões em 2024 pela Justiça do Trabalho de Alagoas, o apartamento pode ir a leilão para quitar dívidas trabalhistas.
Collor foi condenado em 2023 pelo STF a 8 anos e 10 meses de prisão por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em decorrência de seu envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora. Após um período no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, ele obteve o direito à prisão domiciliar por razões humanitárias, como idade avançada (75 anos) e comorbidades graves, incluindo doença de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar.
A defesa de Collor alega que a dívida trabalhista que motivou a decisão de leiloar o imóvel já foi quitada. No entanto, a defesa da jornalista, que trabalhou na TV Gazeta, emissora da qual Collor é proprietário, afirma que um acordo firmado em 2019 para o pagamento de R$ 80 mil em salários atrasados não foi cumprido integralmente, conforme informações do portal UOL.
