A médica Raphaella Brilhante usou suas redes sociais neste sábado, 25 de janeiro de 2026, para expor um doloroso relato de violência doméstica sofrida durante seu casamento com o cantor João Lima. A denúncia veio acompanhada de vídeos que comprovam as agressões, desencadeando uma onda de solidariedade e indignação.Em seu depoimento, Raphaella explicou o motivo de ter esperado para tornar o caso público, ressaltando que seu silêncio inicial não foi motivado por medo, mas sim por um…
A médica Raphaella Brilhante usou suas redes sociais neste sábado, 25 de janeiro de 2026, para expor um doloroso relato de violência doméstica sofrida durante seu casamento com o cantor João Lima. A denúncia veio acompanhada de vídeos que comprovam as agressões, desencadeando uma onda de solidariedade e indignação.
Em seu depoimento, Raphaella explicou o motivo de ter esperado para tornar o caso público, ressaltando que seu silêncio inicial não foi motivado por medo, mas sim por um instinto de sobrevivência. Ela precisava juntar os seus cacos antes de conseguir falar sobre o assunto. Antes mesmo de tudo vir à tona, mentiras foram espalhadas sobre mim. A médica afirmou que está colaborando com as autoridades e que todas as providências legais estão sendo tomadas com a seriedade que o caso exige.
O relato de Raphaella Brilhante revela que os episódios de violência começaram logo no início do casamento. As brigas seriam motivadas por ciúmes por parte do artista e, às vezes, sem motivo aparente. Ao longo dos dois meses de união, as agressões teriam se repetido e também se transformado em ameaças.
Após a divulgação dos vídeos de uma agressão que teria ocorrido no quarto do casal, Raphaella compareceu na manhã deste sábado (24/1) à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em João Pessoa, acompanhada de sua mãe e de sua advogada, onde formalizou a denúncia contra João Lima.
“O meu coração está dilacerado. Mas, mesmo em meio a tanta dor, eu sei que ficar viva, sair e romper ciclos também é um ato de amor-próprio. Se tudo isso que estou vivendo puder servir para que alguém reconheça um limite, para que alguém entenda que violência não é amor, para que alguém perceba que ainda há tempo de ir embora, então essa dor encontra um sentido maior” – desabafou Raphaella.
“Nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida” – completou.
