Dilúvio em SP: Rios transbordam e sirenes disparam!

 Na tarde desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, São Paulo foi palco de um verdadeiro dilúvio. A cidade, que já enfrenta os desafios diários do trânsito e da agitação, viu-se repentinamente sob uma chuva torrencial que transformou ruas em rios e trouxe à tona o fantasma das enchentes.Por volta das 15 horas, as estações de medição em Mogi das Cruzes e Ferraz de Vasconcelos registraram impressionantes 70mm de precipitação. A força da água não poupou a zona leste da capital, com 

Na tarde desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, São Paulo foi palco de um verdadeiro dilúvio. A cidade, que já enfrenta os desafios diários do trânsito e da agitação, viu-se repentinamente sob uma chuva torrencial que transformou ruas em rios e trouxe à tona o fantasma das enchentes.

Por volta das 15 horas, as estações de medição em Mogi das Cruzes e Ferraz de Vasconcelos registraram impressionantes 70mm de precipitação. A força da água não poupou a zona leste da capital, com os bairros de Itaquera e Guaianazes também castigados, assim como os municípios de Poá, Suzano e Itaquaquecetuba. A situação se agravou rapidamente, e às 16h, toda a capital paulista já se encontrava em estado de atenção para alagamentos.

O centro da cidade, coração financeiro e cultural, não escapou ileso, com cerca de 30mm de chuva. As áreas da zona sul, mais próximas à região central, também sofreram com a intensidade da tempestade. A situação se estendeu para além dos limites da capital, atingindo os municípios de Santo André e São Bernardo, na região do ABC.

Transbordamentos e Alagamentos

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da capital registrou momentos de apreensão com o transbordamento do Córrego Guaratiba, em Guaianazes, às 16h23, e do Córrego Três Pontes, às 15h40, no Itaim Paulista. A água invadiu casas e comércios, deixando um rastro de destruição e desespero. Por volta das 17h, a chuva finalmente começou a ceder, aliviando o cenário caótico.

A tempestade, que teve origem no interior de forma isolada, trouxe consigo o potencial para queda de granizo, rajadas de vento e, como vimos, a formação de alagamentos. O Corpo de Bombeiros registrou três desabamentos e quatro chamados por enchentes, felizmente, sem vítimas. No entanto, a Defesa Civil estadual precisou acionar as sirenes de emergência para alagamentos em Ferraz de Vasconcelos, um sinal de que a situação era crítica e exigia atenção máxima.

“Caso a chuva persista ou o cenário se agrave, o Plano de Contingência Municipal poderá ser acionado, com a remoção preventiva de famílias para locais seguros” – informou o órgão.

Diante desse cenário, fica o alerta para que a população se mantenha atenta aos avisos das autoridades e tome as precauções necessárias. A chuva pode ter dado uma trégua, mas os estragos já foram feitos e a atenção deve ser redobrada para evitar maiores consequências.