A defesa da soberania da Venezuela por alguns críticos da operação norte-americana deflagrada recentemente provocou uma reação contundente do economista argentino Roberto García Moritán. Em uma postagem impactante, Moritán, que atualmente serve como secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, apresentou uma série de números que expõem a realidade sombria dos quase 13 anos de governo da ditadura bolivariana de Maduro.Os dados revelam um cenário…
A defesa da soberania da Venezuela por alguns críticos da operação norte-americana deflagrada recentemente provocou uma reação contundente do economista argentino Roberto García Moritán. Em uma postagem impactante, Moritán, que atualmente serve como secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, apresentou uma série de números que expõem a realidade sombria dos quase 13 anos de governo da ditadura bolivariana de Maduro.
Os dados revelam um cenário desolador: mais de 30 mil opositores políticos submetidos a tortura e 8 milhões de venezuelanos forçados ao exílio. Entre aqueles que permaneceram no país, uma esmagadora maioria de 90% enfrenta a dura realidade da pobreza, enquanto metade da população vive à margem da sociedade.
Moritán expressou sua indignação com os defensores da ditadura, questionando como alguém poderia ignorar o sofrimento infligido ao povo venezuelano. Os números apresentados por Moritán pintam um retrato sombrio da ditadura de Maduro, destacando a repressão política, a crise humanitária e o colapso econômico que assolam o país.
A postagem de Moritán gerou um debate acalorado nas redes sociais, com muitos usuários expressando apoio às suas críticas e condenando as violações dos direitos humanos na Venezuela. Outros, no entanto, defenderam o governo de Maduro, argumentando que as sanções internacionais e a interferência estrangeira são as principais causas dos problemas do país.
Independentemente das opiniões divergentes, os números apresentados por Moritán servem como um lembrete contundente do custo humano e social da ditadura bolivariana. A Venezuela enfrenta uma crise multifacetada que exige uma solução urgente e abrangente, que garanta o respeito aos direitos humanos, a restauração da democracia e a recuperação econômica do país.
Repercussão Internacional
A situação na Venezuela tem gerado preocupação em diversos setores da comunidade internacional. Organizações de direitos humanos têm denunciado as violações cometidas pelo governo de Maduro, enquanto países vizinhos têm lidado com o fluxo constante de refugiados venezuelanos. A crise na Venezuela é um desafio complexo que exige uma abordagem multilateral, envolvendo governos, organizações internacionais e a sociedade civil.
“36.800 torturados. 18.305 presos políticos. 468 mortos em protestos. 8 milhões de exiliados. 8.000 violações aos DD.HH. 400 meios censurados. 90% de pobreza. 50% marginais.” – Roberto García Moritán, em sua postagem.
