Servidor da CGU é acusado de agressão brutal contra mãe e filho!

 Brasília está em choque com a notícia de um analista de sistemas da Controladoria-Geral da União (CGU) acusado de agredir violentamente uma mulher e seu filho. O caso, ocorrido na noite de 7 de dezembro, ganhou repercussão após a divulgação das imagens capturadas pelas câmeras de segurança do prédio onde a vítima reside.As cenas mostram o agressor, identificado como David Cosac Junior, de 49 anos, ao lado da mulher e da criança, esperando o elevador. Após uma breve troca de… 

Brasília está em choque com a notícia de um analista de sistemas da Controladoria-Geral da União (CGU) acusado de agredir violentamente uma mulher e seu filho. O caso, ocorrido na noite de 7 de dezembro, ganhou repercussão após a divulgação das imagens capturadas pelas câmeras de segurança do prédio onde a vítima reside.

As cenas mostram o agressor, identificado como David Cosac Junior, de 49 anos, ao lado da mulher e da criança, esperando o elevador. Após uma breve troca de palavras, ele inicia uma série de socos e tapas contra ambos, que duram cerca de 20 segundos. Mesmo após a queda da mãe e do filho, o agressor continua a desferir golpes, atingindo a cabeça do menino, até ser contido pela mulher.

Reação do Governo e Investigação Policial

A Polícia Civil do Distrito Federal já está investigando o caso, mas não divulgou informações sobre a prisão do suspeito. No boletim de ocorrência, o servidor alegou que o episódio foi resultado de um desentendimento após o término do relacionamento.

O ministro da CGU, Vinícius Marques de Carvalho, manifestou-se sobre o caso, classificando os fatos como “gravíssimos e inaceitáveis”.

Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem” – escreveu Lula, enfatizando que servidores públicos devem ser exemplos de conduta, dentro e fora do ambiente de trabalho.

Em nota oficial, o ministro Vinícius Marques de Carvalho assegurou que a CGU está tomando todas as medidas administrativas cabíveis, incluindo o encaminhamento do caso à Corregedoria-Geral da União e à Comissão de Ética. Além disso, o servidor teve suas funções de chefia revogadas e está proibido de entrar nos prédios do órgão enquanto as investigações estiverem em andamento.