PF investiga esquema no INSS com citação a Lulinha

 Em um encontro informal nesta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, manteve a discrição ao ser questionado sobre a investigação que cita Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. O caso investiga o possível envolvimento do filho do presidente Lula em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um esquema que lesou aposentados e pensionistas em valores bilionários.Rodrigues enfatizou que os procedimentos em… 

Em um encontro informal nesta segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, manteve a discrição ao ser questionado sobre a investigação que cita Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. O caso investiga o possível envolvimento do filho do presidente Lula em fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), um esquema que lesou aposentados e pensionistas em valores bilionários.

Rodrigues enfatizou que os procedimentos em andamento exigem sigilo e cautela, evitando fornecer detalhes específicos sobre o caso. A PF está conduzindo uma investigação minuciosa sobre um esquema de descontos indevidos que afetou milhares de aposentados e pensionistas. As apurações envolvem entidades conveniadas ao INSS e líderes identificados em relatórios policiais e investigações da Controladoria-Geral da União (CGU).

Detalhes da Investigação

A menção ao nome de Lulinha ganhou destaque após a divulgação de documentos na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Esses documentos continham referências ao filho de Lula em depoimentos de investigados. A suposta participação de Lulinha estaria ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Diante da complexidade e da necessidade de manter a integridade das investigações, o diretor Andrei Rodrigues preferiu não antecipar informações não consolidadas, demonstrando o compromisso da Polícia Federal em conduzir o caso com a máxima seriedade e responsabilidade. A postura da PF, em não comentar detalhes, visa garantir que todos os aspectos da investigação sejam tratados com o devido rigor, assegurando que nenhuma informação prematura possa comprometer o andamento do processo.